Servidores da Reitoria assistem à palestra sobre integridade para líderes e conflito de interesses
O Governo Federal tem promovido a integridade pública como forma sustentável de combater a corrupção, restaurar a confiança dos cidadãos nas instituições e prestar serviços públicos com mais qualidade. Com o intuito de informar e esclarecer sobre o tema, o Auditor Federal de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União (CGU), Edgard Oliveira, realizou a palestra “Integridade para líderes e conflito de interesses” para representantes de setores da Reitoria, na manhã do dia 19.
Integridade pública é o conjunto de arranjos institucionais destinados a garantir que a Administração Pública cumpra seu principal objetivo: entregar os resultados esperados pela população de forma adequada, imparcial e eficiente. Essa busca pela integridade tem norteado a adoção de iniciativas que envolvem o aumento da transparência, a gestão adequada de recursos, a adoção de mecanismos de punição de agentes públicos por desvios e o estreitamento do relacionamento do Estado com a população.

A Pró-Reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Wanaia Almeida, defende que esse assunto deve chegar a todos os setores do Instituto Federal do Pará (IFPA). “A unidade de integridade ainda está se estruturando e integridade é um assunto que faz referência a toda instituição, não é só de uma unidade, toda a instituição tá envolvida em questões relativas à integridade. O plano de integridade, que é feito na unidade de integridade, envolve todos os setores, toda a gestão, por isso a importância de trazer os servidores que vão trabalhar com essa temática especificamente e outros servidores, de outros setores, que também perpassam questões de integridade”, destaca Wanaia Almeida.
A CGU é o órgão responsável por coordenar e disciplinar as atividades relacionadas à promoção da integridade pública no Governo Federal. Além de tratar de integridade, o palestrante da CGU, Edgard Oliveira, falou sobre conflito de interesses. “A importância do tema se deve à moderna concepção de integridade, que é um conceito que está em desenvolvimento e vem se aprimorando para alcançar uma agenda de direitos, uma agenda socioambiental, além do enfrentamento da corrupção e é uma agenda que precisa balizar os processos administrativos, o funcionamento da administração. E também abordamos o microssistema de conflito de interesses, acoplado à política de integridade, como mecanismo de prevenção a problemas que possam incorrer na interface das relações, das interações entre setor público e setor privado, tudo dentro de uma perspectiva de prevenção de riscos no âmbito administrativo”, explica Edgard Oliveira.
O diretor da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (DPDI) do IFPA, Claudionor Farias Jr., conta que o Instituto está em um momento importante de implantação do núcleo de apoio à integridade e de consolidação da aplicação da integridade institucional. “Nós temos uma orientação de CGU e sobretudo um modelo de maturidade de integridade pública que nós temos seguido, uma fase inicial de diagnóstico para essa construção coletiva. Nós temos esse direcionamento da CGU mas é importante que haja essa articulação interna pra que não seja trabalhado de forma isolada. Nós estamos, também, nesse momento de reformulação da política de governança, riscos, controle interno e integridade, nós estamos trabalhando fortemente através do nosso núcleo de apoio à integridade e esse momento acaba sendo a culminância de todas essas ações, para que a gente possa, de fato, não só atender as orientações e as exigências dos órgãos reguladores, mas aprimorar nossas práticas internas”, afirma o diretor.
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